City ON, nome difícil de nascer. No início era para ser Power Grid, depois EnerCity mas, já perto do fim, acabou por ser City ON - a cidade que precisa de ser ligada, respondendo às necessidades da populaça.
City ON é um jogo sobre energia. Somos um Agente EDP que, com a ajuda de outro Agente - o Agente Tomás, descuidado e trapalhão - temos que terminar uma agenda de eficiência energética para a cidade. Para isso é necessário construir estruturas energéticas de forma a reunir mais energia. Sim, a energia, aqui, é também a nossa moeda.
Contudo as estruturas que nos dão mais energia são aquelas que, também, mais poluem e com mais poluição menos satisfação! Para não acabar em game over, temos que fazer research e descobrir estruturas renováveis que nos ajudem a terminar o objectivo sem poluir a cidade.
Paralelamente a este modo de estratégia, também temos, por vezes, algumas missões por fazer na cidade. Aqui passamos para o modo de aventura, onde vamos ajudar o Agente Tomás (o tal meio descuidado) a resolver alguns problemas energéticos - como mudar lâmpadas ou, até, encontrar o responsável por um Blackout!
Complicado? Sim, é. Mas muito desafiante. Tentem terminar o jogo em menos turnos possíveis para ficar em primeiro no Score. O meu é 100 turnos!
City ON foi o meu primeiro jogo como Game Designer. Difícil de nascer, mais complicado ainda de conceber. No entanto é o meu primeiro jogo de muitos que espero continuar a fazer.
Onde jogar? City ON
quarta-feira, dezembro 14, 2011
sábado, outubro 23, 2010
PLANETA BES
Há exatamente um ano a empresa de jogos Biodroid começou a trabalhar num novo project - Planeta BES - um jogo para a web, tendo em vista a divulgação dos valores da sustentabilidade defendidos pelo Banco Espírito Santo. Eu fiz parte da equipa como artista 3D e, posteriormente, como Level Designer.

O jogo foi lançado há dias e podem joga-lo gratuitamente. No jogo somos um viajante que visita o Planeta BES. Aqui temos que explorar e descobrir todas as espécies Fauna/Flora do Planeta e concluir todos os mini jogos da Casa BES, acumulando, assim, Pontos BES. Ao obter Pontos, o jogador habilita-se a ganhar vários prémios que o BES tem para oferecer.
A Biodroid é uma empresa de jogos que se direciona para dois mercados: jogos para consolas e Advertgames para empresas. Os jogos feitos para as empresas são sempre desenvolvidos tendo em vista uma nova forma de publicitar as marcas. E foi nesta nova forma de publicidade interativa que o jogo Planeta BES foi pensado.
Estou muito contente e orgulhoso, pois o Planeta BES é o primeiro jogo no qual estive envolvido e o primeiro do género feito em Portugal.
Espero que GOSTEM!
BES
http://www.bes.pt/sitebes/cms.aspx?plg=69716BC5-18BA-4250-A443-D2D0BDD7EC32

O jogo foi lançado há dias e podem joga-lo gratuitamente. No jogo somos um viajante que visita o Planeta BES. Aqui temos que explorar e descobrir todas as espécies Fauna/Flora do Planeta e concluir todos os mini jogos da Casa BES, acumulando, assim, Pontos BES. Ao obter Pontos, o jogador habilita-se a ganhar vários prémios que o BES tem para oferecer.
A Biodroid é uma empresa de jogos que se direciona para dois mercados: jogos para consolas e Advertgames para empresas. Os jogos feitos para as empresas são sempre desenvolvidos tendo em vista uma nova forma de publicitar as marcas. E foi nesta nova forma de publicidade interativa que o jogo Planeta BES foi pensado.
Estou muito contente e orgulhoso, pois o Planeta BES é o primeiro jogo no qual estive envolvido e o primeiro do género feito em Portugal.
Espero que GOSTEM!
BES
http://www.bes.pt/sitebes/cms.aspx?plg=69716BC5-18BA-4250-A443-D2D0BDD7EC32
segunda-feira, julho 05, 2010
TEXTURAS/MATERIAIS DOS HOTWHEELS
As quatro imagens que se seguem são referentes aos quatro carros do Jantes em Brasa. Todos estes carros utilizam um material que permite a utilização de 3 texturas - 1) Diffuse Map, um mapeamento para a cor e forma do carro; 2) Bump Map, este mapeamento simula os relevos existentes no carro e a respectiva especularidade; e o 3) Reflection Map, um mapeamento mais complexo que simula, por sua vez, a reflexão do ambiente, neste caso do autódromo.
sexta-feira, julho 02, 2010
JANTES EM BRASA (2)
Há dois meses a Biodroid foi convidada pelo Museu da Comunicação a expor um jogo na exposição Future Labs 2.0, que está a decorrer no Museu até 2011. A ideia inicial foi simples - criar um jogo que proporcione 5 minutos de divertimento, com possibilidade de multijogador e tendo em vista o público-alvo mais jovem. Partindo deste pressuposto, aproveitamos um modelo 3D antigo do Autódromo do Algarve que fiz no meu estágio na Biodroid e decidimos fazer um jogo de automóveis HotWheels. Este género de jogo é perfeito para o contexto, pois pode ser jogado a dois e, à partida, permite liberdade de pensamento em termos criativos.
Jantes em Brasa tem quatro HotWheels originais à escolha. Na figura em cima podem verificar os respectivos carros – o Formiga Avalanche, o Garanhão do Asfalto, o Furão das Neves e o Perdigueiro dos Infernos.
A equipa de desenvolvimento dividiu-se por Artistas e Progamadores. Os primeiros, os artistas, foram: Paulo Duarte, Tiago Baginha, Gabriel Envagelista e Filipe Teixeira, e os segundos, os programadores, foram: Chris Kirby, Hugo Rodrigues e Rui Sobral. O produtor responsável foi Ricardo Flores. O jogo foi desenvolvido no motor de jogo Unity, com recurso à linguagem c#. Toda a geometria 3D foi produzida nos programas Blender e Softimage e as texturas e imagens foram editadas e produzidas no Adobe Photoshop CS3.
Este jogo tem dois propósitos muito específicos - ser divertido num curto espaço-tempo e dar a conhecer o que de melhor se faz na Biodroid. Espero que visitem a exposição e experimentem o jogo mais um amigo ou familiar. Estou ansioso por termos uma versão WEB de forma a publicá-la directamente no Blogue.
quarta-feira, junho 23, 2010
JANTES EM BRASA
Jantes em Brasa é um jogo digital de simulação de corridas de automóveis (HotWheels) para a plataforma PC, desenvolvido na Biodroid. Este jogo vai estar exposto no Museu das Comunicações a partir de dia 30 de Junho, onde qualquer pessoa pode por os óculos (estereoscopia), pegar no volante e guiar um dos quatro HotWheels à escolha. E não precisa de o fazer sozinho, pois o jogo possibilita multijogador em modo Split Screen.
O jogo insere-se na exposição Future Labs 2.0 que está a decorrer desde 18 de Maio, uma exposição de "novas experiências visuais e interactivas, através da simulação em áreas como a realidade virtual, a visão computacional, o holografismo, a interactividade, a estereoscopia e a realidade aumentada".
A Biodroid é uma das poucas empresa de videojogos em Portugal e é também o local onde trabalho como Level and 3D Artist. Depois de dia 30 de Junho vou publicar aqui todo o processo de desenvolvimento, falar da respectiva equipa e da Biodroid Productions.
Referências:
domingo, abril 18, 2010
Extensão do Corpo no Espaço Virtual
Por Paulo Duarte
Extensão do Corpo no Espaço Virtual foi um projecto de Licenciatura. O projecto que decidimos desenvolver insere-se na categoria de Vídeo Arte. O tema reflecte a questão antropológica do futuro do espaço que o corpo Humano ocupa no emergente contexto digital.
Conceito
Este projecto trata a questão antropológica da integração do Homem no espaço digital, dos efeitos da hibridação das identidades numa era em que a presença no mundo virtual é inevitável. Busca-se na verdade alcançar o derradeiro mundo perfeito, inteiramente cognitivo, onde a mente não seja restringida pelo físico efémero, mas sim dotada da qualidade de ser superior: a liberdade virtual, enquanto o culminar da criação do homem.
Monólogo
Há coisas que não resultam muito bem, contudo o projeto tem um estilo muito próprio e ganhou muito valor para o grupo pela pré-produção rigorosa que teve. O grupo de trabalho foi constituído por mim, Paulo Duarte, pelo David Franco e por Marlon Ayres.
Agradecimentos
Vanessa Sofia Marques Casanova, a actriz, a personagem sem identidade.
Referências
- O corpo no espaço da técnica digital, Gonçalo Furtado e António Feio
- Living Machines, Orlando de Jesus
- http://www.virose.pt/
- FERREIRA, Luciana. O Espaço Digital Imersivo
- www.homodigitalis.com
Extensão do Corpo no Espaço Virtual foi um projecto de Licenciatura. O projecto que decidimos desenvolver insere-se na categoria de Vídeo Arte. O tema reflecte a questão antropológica do futuro do espaço que o corpo Humano ocupa no emergente contexto digital.
Conceito
Este projecto trata a questão antropológica da integração do Homem no espaço digital, dos efeitos da hibridação das identidades numa era em que a presença no mundo virtual é inevitável. Busca-se na verdade alcançar o derradeiro mundo perfeito, inteiramente cognitivo, onde a mente não seja restringida pelo físico efémero, mas sim dotada da qualidade de ser superior: a liberdade virtual, enquanto o culminar da criação do homem.
Monólogo
// Quando acordei sabia que era EU.
// sinto-me a vaguear no vazio, a flutuar perto de uma nuvem cósmica. é tão real como estar agora deitado na cama. este momento não tem tempo, é eterno. tenho possibilidade de romper fronteiras, sentir o cheiro da anti-matéria ou contemplar a morte de uma anã branca.
// estou ligado a todas as experiências, a todo o Universo onde me diluo nesta enorme extensão de experiências e possibilidades infinitas. não estou em lugar algum, sinto-me ubíquo!
// descubro-me em continuidade e em constante actualização. não há distâncias e barreiras. não me vejo mas experiencio tudo.
// quero desprender-me do meu corpo.
Há coisas que não resultam muito bem, contudo o projeto tem um estilo muito próprio e ganhou muito valor para o grupo pela pré-produção rigorosa que teve. O grupo de trabalho foi constituído por mim, Paulo Duarte, pelo David Franco e por Marlon Ayres.
Agradecimentos
Vanessa Sofia Marques Casanova, a actriz, a personagem sem identidade.
Referências
- O corpo no espaço da técnica digital, Gonçalo Furtado e António Feio
- Living Machines, Orlando de Jesus
- http://www.virose.pt/
- FERREIRA, Luciana. O Espaço Digital Imersivo
- www.homodigitalis.com
quinta-feira, abril 15, 2010
15/04/2010 Halo 2's Last Day Online
Por Paulo Duarte
Em 2003, quando todos os meus amigos jogavam GTA3 para a PS2, eu estava em casa a jogar, entre outros jogos, o Project Gotham Racing 2 (PGR2), ligado ao Live com outros poucos portugueses que então tinham uma Xbox. Foi em 2003 que fui à Fnac do Chiado e, inocentemente, perguntei ao funcionário se o jogo que tinha na mão valeria os 65 Euros. Esse jogo era o Halo. Até 2007, o Live da Xbox foi o meu único e privilegiado vício. Entretanto saiu o Halo 2. Foi dos jogos que mais joguei, mais, talvez, do que Halo 3 para a Xbox 360. Ainda hoje são aos milhares aqueles que ligam a Xbox para jogar Halo 2 no Live. Porém, é também hoje, dia 15 de Abril, que está agendado o fim do Live da Xbox. Tenho pena de não poder estar em casa para ligar a consola, conectar-me à comunidade resistente, e fazer o último jogo.
Halo 2 é o jogo que permitiu às consolas, neste caso a Xbox, poderem competir com o Pc em matéria de jogos via online. PGR 2 foi para mim um marco nos jogos de corridas online, pelos belos gráficos e boa jogabilidade, e, acima de tudo, pelo facto de ter sido o primeiro jogo com o qual me conectei ao Live. As noites nas quais guiava um Ferrari Enzo no PGR2, enquanto ouvia U2 - Still Haven't Found, e falava interminavelmente com os poucos portugueses do Live, acabaram contudo há muito tempo.
Fiquei muito triste com esta notícia. O meu estúpido Nick: MadWallace foi criado no Live. Adorava fazer parte daqueles que vão fazer o último jogo online no Halo 2. Qual será a sensação?
Notícia:
http://www.nowpublic.com/tech-biz/halo-2s-last-day-online-xbox-live-original-xbox-shuts-down-2605495.html
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